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a vida de movimento

Sistema Metro do Porto

Ambiente

O Metro do Porto concilia as necessidades de mobilidade com os deveres de segurança, respeito pelo ambiente e responsabilidade social.

O conceito de mobilidade refere-se à preocupação que o Metro do Porto tem com os cidadãos portadores de deficiência, idosos, crianças, grávidas, adultos com crianças pequenas, pessoas temporariamente incapacitadas fisicamente e pessoas com bagagens e compras.

Além dos lugares sentados destinados a estas pessoas e dois lugares para utilizadores de cadeiras de rodas, o acesso às plataformas e veículos, bem como o design das estações do Metro são concebidos para proporcionar conforto e bem-estar a todos os passageiros. Na rede do Metro, não há qualquer barreira à mobilidade.

A visão dos vários meios de transporte como um todo pressupõe interfaces inteligentes entre eles. Esta intermodalidade é construída de forma a garantir a comodidade e a segurança dos clientes, também na mudança de um meio de transporte para outro, com máxima eficiência em cada etapa. O Metro do Porto, graças à sua ligação com a rede ferroviária, autocarros, parques de estacionamento e com o aeroporto, conduz à intermodalidade posta em prática.

A mobilidade sustentável passa pela utilização de veículos mais eficientes, menos ruidosos e poluentes, como o Eurotram. Movido a electricidade, o Metro atinge uma velocidade máxima de 80 km/h e é extremamente silencioso se comparado com o transporte convencional.

Todos os projectos de concepção/construção das linhas do Metro do Porto são sujeitos a um Estudo de Impacto Ambiental. O Metro do Porto criou mais de 30 mil m2 de novas superfícies verdes e foram plantadas mais de 1300 árvores no âmbito de obras de requalificação urbana complementares à rede.

Nos trabalhos que provocam um elevado grau de incómodo, como trabalhos nocturnos e com recurso a explosivos, a população afectada é avisada com antecedência, através de sessões públicas de esclarecimento e da implementação de medidas de minimização dos impactos. Caso essas medidas sejam insuficientes ou estejam em causa questões de segurança, o Metro do Porto realoja os moradores das áreas mais directamente afectadas. Também os comerciantes cujos estabelecimentos sofram cortes de acesso ou se vejam afectados pela presença e laboração de estaleiros são indemnizados pelas quebras sofridas nos respectivos negócios.